OS HOMENS DE COR E AS TROPAS AUXILIARES NO ESTADO DO GRÃO-PARÁ E MARANHÃO

INDÍGENAS, NEGROS E PARDOS E A ESTRUTURA MILITAR COLONIAL (SÉCULO XVIII)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55028/4ymsey28

Palavras-chave:

Tropas Auxiliares; Indígenas; Pardos; Elites Coloniais; Amazônia Colonial.

Resumo

O presente artigo pretende analisar a formação e a estrutura das tropas auxiliares no Estado do Grão-Pará e Maranhão, durante o século XVIII, centrado especificamente na presença de indígenas, negros e pardos neste corpo militar. Portanto, analisando as capitanias do Rio Negro, Pará, Maranhão e Piauí, pretendemos examinar as estratégias adotadas pelas autoridades para estabelecer as tropas em conformidade com as ordenas régias, o contingente formado pelos homens de cor e, finalmente, a presença destes homens no oficialato – principalmente no posto mais alto, o mestre-de-campo. Com base em documentação diversa, em especial nos manuscritos alocados no arquivo do Conselho Ultramarino, almejamos ilustrar os impactos locais – adaptações às realidades regionais e aos conflitos pela disputa por cargos – e as agências desses homens na formação e organização das tropas auxiliares coloniais.

Biografia do Autor

  • Rafael Ale Rocha, UFAM

    Graduado em História (2006) pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Mestre em História Social (2009) e Doutor em História Social (2013) pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atua na área de pesquisa em História Moderna, História do Brasil Colonial, História da Amazônia, História Militar e História indígena. Professor do Departamento de História da Universidade Federal do Amazonas (DH/UFAM) e do Programa de Pós-Graduação em História da mesma universidade (PPGH/UFAM). É coordenador do curso de História da
    UFAM (IH08/diurno), vice editor da Revista Canoa do Tempo (periódico científico do PPGH/UFAM), líder do grupo de pesquisa HINDIA (Cnpq) e coordenador do Núcleo de Pesquisa Polis (UFAM/Cnpq)

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Publicado

2026-07-09