OS HOMENS DE COR E AS TROPAS AUXILIARES NO ESTADO DO GRÃO-PARÁ E MARANHÃO
INDÍGENAS, NEGROS E PARDOS E A ESTRUTURA MILITAR COLONIAL (SÉCULO XVIII)
DOI:
https://doi.org/10.55028/4ymsey28Palabras clave:
Tropas Auxiliares; Indígenas; Pardos; Elites Coloniais; Amazônia Colonial.Resumen
O presente artigo pretende analisar a formação e a estrutura das tropas auxiliares no Estado do Grão-Pará e Maranhão, durante o século XVIII, centrado especificamente na presença de indígenas, negros e pardos neste corpo militar. Portanto, analisando as capitanias do Rio Negro, Pará, Maranhão e Piauí, pretendemos examinar as estratégias adotadas pelas autoridades para estabelecer as tropas em conformidade com as ordenas régias, o contingente formado pelos homens de cor e, finalmente, a presença destes homens no oficialato – principalmente no posto mais alto, o mestre-de-campo. Com base em documentação diversa, em especial nos manuscritos alocados no arquivo do Conselho Ultramarino, almejamos ilustrar os impactos locais – adaptações às realidades regionais e aos conflitos pela disputa por cargos – e as agências desses homens na formação e organização das tropas auxiliares coloniais.
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