CHAMADA PARA DOSSIÊ: HISTÓRIA SOCIAL DO PARAGUAIRevista Trilhas da História, Número 21.

Há cem anos, Moisés Bertoni criticava a ausência de uma história popular na historiografia paraguaia e, por conseguinte, de ensino nas escolas. O trabalho de grande parte dos historiadores paraguaios pouco fez para escapar à lógica de uma história das elites. A academia é dominada por essa interpretação.A história social, como a entendemos, propõe uma visão diferente. Nas palavras de George Rudé, “uma história vista de baixo”. Essa história tenta reconstruir a participação de atores que foram sistematicamente entendidos como sujeitos passivos e sem consciência, quando não apagados diretamente.Respondendo a esta definição, o Centro de Investigaciones de Historia Social del Paraguay (CIHSP) convida pesquisadores/as da Região a enviarem contribuição ao dossiê "História Social do Paraguai", abrangendo os períodos colonial e independente. Os temas podem ser: escravidão, miscigenação, povos indígenas, trabalho, mulher ou gênero, fronteiras, história local, movimentos sociais, revoluções e rebeliões.O objetivo do CIHSP, sediado em Assunção, é produzir e divulgar a história social do Paraguai, distanciando-se dos temas recorrentes na historiografia paraguaia, como os grandes heróis (história biográfica) e as guerras (história da guerra).Organizadores deste dossiê: Dr. Jorge García Riart, presidente do CIHSP; Dr. Carlos Peris, secretário do CIHSP; Lic. Vicente Arrúa, membro do fundador CIHSP e Dr. Vitor Wagner Neto de Oliveira, membro do CIHSP e docente da UFMS.

Submissões até 30 de outubro de 2021 (pelo site https://trilhasdahistoria.ufms.br )

A partir do número 21 a Revista Trilhas da História aceitará artigos em português ou espanhol.

Previsão de publicação: dezembro de 2021

E-mail CIHSP: cihsocpy@gmail.com

 

2021-02-11

CONVOCATORIA AL DOSSIER: HISTORIA SOCIAL DEL PARAGUAY

Revista Trilhas da História, Número 21.

Hace cien años, Moisés Bertoni criticaba la ausencia de una historia popular en la historiografía paraguaya y, por ende, de la enseñanza en las escuelas. La labor de una buena parte de historiadores paraguayos ha hecho poco para escapar de la lógica de una historia de las élites. La academia está dominada por esta interpretación. 

La historia social, tal como la entendemos, plantea una visión diferente. En palabras de George Rudé, una historia desde abajo.  Esta historia intenta reconstruir la participación de actores que han sido sistemáticamente entendidos como sujetos pasivos y sin conciencia, cuando no directamente borrados.

Conteste con esta definición, el Centro de Investigaciones de Historia Social del Paraguay (CIHSP) convoca investigadores/as de la Región a participar del dossier de esta Revista con trabajos originales sobre “Historia Social del Paraguay”, abarcando los periodos colonial e independiente. Los temas pueden ser: esclavitud, mestizaje, pueblos indígenas, trabajo, mujer o género, fronteras, historial local, movimientos sociales, revoluciones o rebeliones.

La finalidad del CIHSP, con sede en Asunción, es producir y difundir otro tipo de historia, alejada de los temas recurrentes en la historiografía paraguaya, tales como los grandes héroes (historia biográfica) y las guerras (historia bélica).

Son coordinadores de este dossier: Dr. Jorge García Riart, presidente del CIHSP; Dr. Carlos Peris, secretario del CIHSP; Lic. Vicente Arrúa, miembro fundador del CIHSP y Dr. Vitor Wagner Neto de Oliveira, miembro del CIHSP y profesor de la UFMS.

Presentaciones hasta el 30 de outubro de 2021 por sitio web de la Revista Trilhas da História

Las normas de presentación de manuscritos son de obligatorio cumplimiento y pueden consultarse en https://trilhasdahistoria.ufms.br [la Revista acepta artículos en español o portugués] Previsión de publicación: diciembre de 2021Correo electrónico CIHSP: cihsocpy@gmail.com

  • CHAMADA PARA DOSSIÊ: HISTÓRIA SOCIAL DO PARAGUAI

    2021-02-11

     CHAMADA PARA DOSSIÊ: HISTÓRIA SOCIAL DO PARAGUAIRevista Trilhas da História, Número 21.

    Há cem anos, Moisés Bertoni criticava a ausência de uma história popular na historiografia paraguaia e, por conseguinte, de ensino nas escolas. O trabalho de grande parte dos historiadores paraguaios pouco fez para escapar à lógica de uma história das elites. A academia é dominada por essa interpretação.A história social, como a entendemos, propõe uma visão diferente. Nas palavras de George Rudé, “uma história vista de baixo”. Essa história tenta reconstruir a participação de atores que foram sistematicamente entendidos como sujeitos passivos e sem consciência, quando não apagados diretamente.Respondendo a esta definição, o Centro de Investigaciones de Historia Social del Paraguay (CIHSP) convida pesquisadores/as da Região a enviarem contribuição ao dossiê "História Social do Paraguai", abrangendo os períodos colonial e independente. Os temas podem ser: escravidão, miscigenação, povos indígenas, trabalho, mulher ou gênero, fronteiras, história local, movimentos sociais, revoluções e rebeliões.O objetivo do CIHSP, sediado em Assunção, é produzir e divulgar a história social do Paraguai, distanciando-se dos temas recorrentes na historiografia paraguaia, como os grandes heróis (história biográfica) e as guerras (história da guerra).Organizadores deste dossiê: Dr. Jorge García Riart, presidente do CIHSP; Dr. Carlos Peris, secretário do CIHSP; Lic. Vicente Arrúa, membro do fundador CIHSP e Dr. Vitor Wagner Neto de Oliveira, membro do CIHSP e docente da UFMS.

    Submissões até 15 de outubro de 2021 (pelo site https://trilhasdahistoria.ufms.br )

    A partir do número 21 a Revista Trilhas da História aceitará artigos em português ou espanhol.

    Previsão de publicação: dezembro de 2021

    E-mail CIHSP: cihsocpy@gmail.com

     

    Saiba mais sobre CHAMADA PARA DOSSIÊ: HISTÓRIA SOCIAL DO PARAGUAI
  • ALTERAÇÕES NAS NORMAS DA REVISTA

    2018-08-02
    A equipe editorial da Revista Trilhas, visando aperfeiçoar o processo de submissão, avaliação e edição, fez alterações nas normas as quais devem ser obedecidas pelos/as autores/as que enviarem textos a partir do dia 3 de agosto de 2018 (os textos submetidos antes desta data serão avaliados pelos critérios anteriores).
    Entre as mudanças implementadas está a possibilidade de os/as autores/as acessarem a ficha de avaliação, antes só disponível aos pareceristas. Com isso, busca-se maior transparência quanto aos critérios e facilita aos/as autores/as fazerem uma autoavaliação do seu texto antes da submissão. Os critérios de avaliação também sofreram alterações, sendo a principal a diferenciação para cada modalidade de texto (artigo, ensaio de graduação, apresentação de fonte, resenha e tradução).
    Em “condições para submissão” os/as autores/as deverão conferir se o texto a ser submetido obedece às normas de edição da Revista, declarando eletronicamente que estão cientes dessa observância. Esta medida, já constante na versão anterior, mas que agora se amplia, visa diminuir a quantidade de textos recusados por não obedecer às normas (que são adaptadas da ABNT).
    Na apresentação da equipe editorial também fizemos mudanças, com a divisão entre “editor responsável” e “editores assistentes”. Essa medida tem por objetivo valorizar o trabalho coletivo que conta com a colaboração de graduandos em todo o processo de editoração, sem os quais a Revista não existiria.
    Visite o sítio da Trilhas da História.
    Os editores. Saiba mais sobre ALTERAÇÕES NAS NORMAS DA REVISTA