Foco e Escopo

A Revista foi pensada e elaborada com o objetivo de promover o debate acadêmico, tendo o propósito de enriquecer as pesquisas em andamento, tal como agregar produções de outros lugares, instituições e sujeitos. Com esse objetivo, esperamos alcançar, além de professores da universidade e da rede pública e privada de ensino, alunos graduandos de nosso curso e de outras universidades, tendo por intuito incentivar novas pesquisas e a busca por conhecimentos produzidos pela História e áreas afins. Se a proposta é interdisciplinar, disciplinas como a Filosofia, Geografia, Ciências Sociais, Antropologia, Arqueologia, entre outras, encontrarão espaço para veicular as suas produções, desde que concernentes aos temas sugeridos pela Revista. A Revista se constitui de Dossiês; Artigos livres; Ensaios de Graduação; Resenhas e Fontes.

Processo de Avaliação pelos Pares

Os trabalhos submetidos serão avaliados por, no mínimo, dois pareceristas externos (pares cega), selecionados por especialidade e/ou afinidade em relação ao conteúdo temático sob apreciação.

O convite ao avaliador conterá uma URL especial que levará os avaliadores diretamente à página de avaliação da submissão em questão (sendo necessário realizar o login para acessar outras páginas). Para garantir a segurança do processo ao usar esta opção, não é permitido ao editor alterar endereços de e-mail ou incluir destinatários de Cópias Carbono (CCs) ou Cópias Ocultas (BCCs) antes de enviar a mensagem aos avaliadores.

Para assegurar a integridade da avaliação por pares cega exige-se dos autores atenção para possíveis formas de revelação da identidade autoral no manuscrito ou na gravação do arquivo.

Aos pareceristas é dado um prazo de 15 dias corridos para a apresentação do parecer. Este prazo poderá ser prorrogado por igual período, a pedido do parecerista.

Os pareceristas devem revelar aos editores quaisquer conflitos de interesse que possam influir em suas opiniões sobre o manuscrito, e declarar-se não qualificados para a avaliação caso veja a necessidade.

Aos pareceristas é reservado o direito de apresentar parecer conforme as seguintes opções: 1 - Aceitar; 2 - Sugerir as correções obrigatórias; 3 - Submeter novamente para a avaliação; 4 - Rejeitar.

Em caso de avaliações díspares o manuscrito será encaminhado a terceiro avaliador.

Periodicidade

Semestral

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Os textos publicados na Trilhas estão licenciados sob a Licença Creative Commons Attribution (CC-BY) que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. 

Política de avaliação

Os trabalhos submetidos serão avaliados por, no mínimo, dois pareceristas externos (pares cega), selecionados por especialidade e/ou afinidade em relação ao conteúdo temático sob apreciação.

O convite ao avaliador conterá uma URL especial que levará os avaliadores diretamente à página de avaliação da submissão em questão (sendo necessário realizar o login para acessar outras páginas). Para garantir a segurança do processo ao usar esta opção, não é permitido ao editor alterar endereços de e-mail ou incluir destinatários de Cópias Carbono (CCs) ou Cópias Ocultas (BCCs) antes de enviar a mensagem aos avaliadores.

Para assegurar a integridade da avaliação por pares cega exige-se dos autores atenção para possíveis formas de revelação da identidade autoral no manuscrito ou na gravação do arquivo.

Aos pareceristas é dado um prazo de 15 dias corridos para a apresentação do parecer. Este prazo poderá ser prorrogado por igual período, a pedido do parecerista.

Os pareceristas devem revelar aos editores quaisquer conflitos de interesse que possam influir em suas opiniões sobre o manuscrito, e declarar-se não qualificados para a avaliação caso veja a necessidade.

Aos pareceristas é reservado o direito de apresentar parecer conforme as seguintes opções: 1 - Aceitar; 2 - Sugerir as correções obrigatórias; 3 - Submeter novamente para a avaliação; 4 - Rejeitar.

Em caso de avaliações díspares o manuscrito será encaminhado a terceiro avaliador.

Os formulários de avaliação utilizados pelos avaliadores estão disponíveis nos links abaixo. Esta ação a visa a transparência nas avaliações e que os autores saibam os pontos que estão sendo avaliados. 

Artigos (Livres ou dossiê): 

https://drive.google.com/file/d/1_qJW2F8YyDqqUEMTSHPmbTdWJnWBkj-7/view?usp=sharing

Ensaios de graduação:

https://drive.google.com/file/d/1kEbD3CXrtsdnM6vKPm2mf72XbiNhLSrZ/view?usp=sharing 

Fontes: 

https://drive.google.com/file/d/1FrbOG7LcnaDlTJkooboAt-k0TuqYFM38/view?usp=sharing

Resenhas: 

https://drive.google.com/file/d/1Hm8Em9wZCzKY_C12feB7VxUTGFQV34WS/view?usp=sharing

Traduções:

https://drive.google.com/file/d/11_2Y9Os18xmSMOII8KHPXe5OqsvQ32B9/view?usp=sharing

Sponsors

PREAE - Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis

Histórico do periódico

 Trilhas são frestas costumeiramente abertas em lugares ditos ermos, quando buscamos construir novos caminhos ou mesmo encurtar aqueles já existentes. Elas se desenham pelo percurso de muitos passos e na tentativa de romper com as vias oficiais que se instauram, como, por exemplo, os traçados de trilhos arquitetados para transportar transeuntes, escoar a produção, levar o “progresso”, modificando e impactando a vida pelos centros e rincões do Brasil, ao trazer o peso do desenvolvimento e da oficialidade. Mas não podemos nos esquecer que os trilhos também nasceram das trilhas...
          As trilhas buscam apontar para as brechas que podemos abrir em meio aos traçados da história. Nossos campos, entretanto, não são ermos, pois já foram semeados e cultivados por inúmeras pessoas e experiências, por professores e alunos que percorreram os caminhos do Curso no Campus de Três Lagoas. Nesse percurso foram deixando marcas na tessitura do que se construiu ao longo de mais de 40 anos.
          A proposta desta Revista Eletrônica não é, então, a “invenção” da roda, nem mesmo de um novo “caminho”. É o resultado e o reconhecimento de que os traçados já existem e que é preciso ampliá-los, sem perder de vista as veredas sulcadas a muito custo, para que as trilhas possam hoje ser abertas. Este trabalho implica olhar para os sujeitos e as paisagens de outrora, tal como do presente, partindo da premissa de que se não reconhecermos isto e desconhecermos nossa história, natimortas as trilhas já seriam.
          O título Trilhas da História, escolhido coletivamente pelos discentes e docentes do curso, busca sugerir os meandros das novas abordagens e novos sujeitos. É com este intuito que a Revista nasce, desejando ser mais uma ferramenta de divulgação da produção de saberes históricos e de áreas afins, os quais possam contribuir para a escrita de uma história comprometida com o meio em que está inserida.
          A Revista nasce democrática e esperamos que permaneça dessa maneira. Desejamos que permaneça como mais um instrumento de questionamento e de denúncia da reprodução da história e da condição de “ventríloquos” – ou mesmo da separação frágil do ensino e da pesquisa –, propondo, em suas publicações, uma relação dialógica entre o ser professor e o ser pesquisador.