LA ERA MODERNA EN LOS SIGLOS XV Y XVI: RUPTURA, CONTINUIDAD, TRANSICIÓN Y ESPECIFICIDAD.

RUPTURA, CONTINUIDADE, TRANSIÇÃO E ESPECIFICIDADE

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.55028/10gqxn21

Palabras clave:

Edad Moderna; Historiografía; Conceptos

Resumen

Este artigo pretende fazer uma revisão bibliográfica da Época Moderna com o objetivo de desconstruir interpretações teleológicas que a reduzem a uma mera fase de transição. Apoiando-se na crítica ao “estigma da temporalidade”, o texto analisa o período a partir de categorias autônomas. Pelo viés do contextualismo linguístico (SKINNER, 1996; POCOCK, [1975] 2016), investiga as continuidades e rupturas epistemológicas entre o Humanismo cívico e a Reforma. Por fim, o artigo desconstrói o paradigma estadualista clássico, mobilizando a historiografia institucional contemporânea (ELLIOTT, 1992) para demonstrar que as monarquias operavam sob a lógica do “Estado Corporativo” e das “monarquias compósitas”. Evidencia-se, assim, que a “Primeira Modernidade” possui dinâmicas políticas próprias, irredutíveis à figura do Estado-nação contemporâneo.

Biografía del autor/a

  • Vagner Henrique Domingos, USP - Universidade de São Paulo

    Bacharel e Licenciado em História pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrando em História Social pela mesma instituição. É integrante do Centro de Estudos de Demografia Histórica na América Latina (CEDHAL) e do grupo Diáspora Mina: Conexões Brasil-Benim (Casa de Rui Barbosa/RJ), coordenado pela Profa. Dra. Ivana Stolze Lima. Desenvolve pesquisa de mestrado intitulada ''Povoando as solidões: terras, indígenas e a colonização do sertão - Paraná (1880-1932)'', sob orientação da Prof Dra. Gabriela Pellegrino Soares. Tem experiência na área de História do Brasil, com ênfase em História Agrária e Regional, atuando principalmente nos temas: elites rurais, questão de terras e ocupação territorial no Paraná. Durante a graduação, realizou pesquisas de Iniciação Científica com bolsas CNPq e PUB/USP sob orientação do Prof. Dr. Carlos de Almeida Prado Bacellar, focando na política de terras e oligarquias em Guarapuava (1891-1920). No campo do Ensino de História, atua como estagiário bolsista em programa de extensão (parceria USP/SEDUC-SP). Colabora na produção de conteúdo para o Canal História (USP), atuando no roteiro e como entrevistador. Foi membro do corpo editorial da Revista Epígrafe (2023-2024) e possui experiência em organização de acervos documentais e fotográficos (Fundação Mokiti Okada).

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Publicado

2026-07-09