LOS MUNDURUKÚ Y LAS CABANAGENS INDÍGENAS EN LOS SERTONES DE LA AMAZONÍA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.55028/9mk5b698

Palabras clave:

Munduruku; Guerra Cabana; Sertones Amazónicos

Resumen

Sabemos que las batallas de la Cabanagem, especialmente las que ocurrieron en el interior de la provincia, se desarrollaron por los cauces y márgenes de los ríos, entremezclados con densa selva. En las batallas entre ríos y selvas, así como en la toma de ciudades y villas, predominaban sobre todo indígenas y tapuios. Cuanto más lejos del litoral y más cerca del interior de la selva, la Cabanagem iba adquiriendo rasgos cada vez más indígenas. Dueños de los ríos, los diversos grupos indígenas habitantes del estuario amazónico conocían las potencialidades y los obstáculos de la selva, conocimientos esenciales para las batallas cabanas. Las batallas fluviales delinearon los conflictos de la Cabanagem. El dominio de los ríos se constituyó como un elemento esencial para avances y retrocesos de cabanos y anticabanos. Para comprender la guerra cabana en los sertones de la Amazonía, es necesario entender la agencia indígena en las batallas. Es bajo este enfoque que se basa este estudio. A partir del método indiciario, buscamos localizar indicios de la guerra munduruku y registros de la misma en la documentación, con el fin de evidenciar la participación efectiva de estos indígenas en la Cabanagem, delineando las batallas a partir del arte de guerra munduruku.

Biografía del autor/a

  • Letícia Barriga, Instituto Federal do Amapá / PPGH-UNIFAP

    É Licenciada e Bacharel em História pela Universidade Federal do Pará - UFPA (2008); especialista em História e Cultura Afro-Brasileira e Africana pela Faculdade Integrada Brasil Amazônia - FIBRA e especialista em Conservação Preventiva de Acervo Documental; mestra e doutora em História Social da Amazônia pela UFPA.
    Atualmente, é bolsista CAPES de pós doutorado pelo PPGH/UNIFAP com pesquisa voltada para as Cabanagens na fronteira do extremo norte com a Guiana Francesa. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da África e da Amazônia; e em arquivo, com ênfase em conservação de patrimônio documental e
    leitura de documento histórico manuscrito. Já atuou na área do ensino de História, educação superior e básica, e na coordenação do Programa de Incentivo de Bolsa para a Iniciação à Docência (PIBID) / História / UNAMA, de julho de 2015 à abril de 2017. Coordenadora e pesquisadora da sublinha Relações Étnico-raciais, vinculada
    ao Grupo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Diversidade e Inclusão - GEPIDI/UNAMA. Foi integrante do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros, Indígenas, dos Povos da Floresta e Diversidades (NEABI+) do programa institucional Empodera Mulher do Instituto Federal do Amapá, campus Laranjal do Jari, onde desenvolveu projetos de pesquisa e extensão com os povos da floresta, comunidades extrativistas e parteiras tradicionais. Hoje atua como professora EBTT no campus Macapá.

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Publicado

2026-07-09