LOS MUERTOS QUE AQUÍ LIEGAN SIGUEN VIVOS
LEPROSARIA, MEMORIA E HISTORIA A TRAVÉS DEL CEMENTERIO DE SANTO ALBERTO
DOI:
https://doi.org/10.55028/th.v14i30.22358Palabras clave:
Memoria; Historia; Cementerio de Santo Alberto;Resumen
Este artículo aborda los procesos históricos involucrados en la formación del Cementerio de Santo Alberto, ubicado en la zona este de la ciudad de Manaos, en el barrio Colonia Antônio Aleixo, antigua Colonia Antônio Aleixo Leprosario. El probable origen de este cementerio se remonta a 1918, cuando la ciudad experimentó importantes reformas urbanísticas, financiadas por la economía cauchera. Tales reformas, basadas en los ideales de higiene y salud de la época, cambiaron las formas de relacionarse con el espacio. Se comenzaron a construir necrópolis en lugares alejados de la zona central, por ser consideradas vehículos de miasmas. En el caso del cementerio de Santo Alberto, es probable que surgiera como una alternativa para recibir a los muertos leprosos, ya que la gran distancia favoreció la estrategia de alejar las posibilidades de contagio por lepra, como se llamaba a la lepra, una enfermedad muy temida. en ese momento
Referencias
FONTES
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