"PATRIMÔNIO NAS PRAÇAS”: POSSIBILIDADES DE DESVENDAR AS MEMÓRIAS DE FORTALEZA COM O PROJETO “BOM DE FORTALEZA” (2017-2018)

"HERITAGE IN THE SQUARES”: POSSIBILITIES OF UNVEILING MEMORIES OF FORTALEZA WITH THE 'BOM DE FORTALEZA' PROJECT (2017-2018)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.55028/th.v13i26.20439

Palabras clave:

Educação patrimonial, Projeto Bom de Fortaleza, Memória histórica

Resumen

Este artículo analiza el proyecto "Bom de Fortaleza", realizado por Secultfor en siete plazas de la ciudad de Fortaleza, entre los años 2017 y 2018, centrándose en las actividades de educación patrimonial desarrolladas por historiadores con el objetivo de fortalecer el sentimiento de pertenencia al barrio y la valorización de la memoria y el patrimonio cultural local. Para analizar las prácticas educativas y sus resonancias en la vida comunitaria, nos enfocamos en la experiencia del Polo de Ocio de Av. Sargento Hermínio, en la Regional I, y partimos de los informes realizados por los historiadores, el análisis de los planes y la experiencia en el lugar de los autores. Este artículo presenta el relato de una acción educativa y reflexiones sobre esta experiencia, destacando sus potencialidades en la preservación y difusión del patrimonio histórico y cultural de la ciudad.

Biografía del autor/a

  • Adson Rodrigo Silva Pinheiro, UFF

    Licenciado em História pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), é mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com especialização em História do Brasil pela Universidade Vale do Acaraú (UVA) e MBA em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado. Além disso, cursa atualmente a especialização de Arqueologia Social Inclusiva da URCA / Universidade de Coimbra / UFPI. Atua em pesquisas na área de Gestão Cultural, sobretudo no campo do Patrimônio Cultural na área de Educação Patrimonial e Patrimônio Imaterial. Também tem experiência em História do Brasil, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente com os seguintes temas: Inquisição, Família, Cotidiano, Casamento, Igreja Católica, População, Sociedade, Sexualidade, Cultura, Ceará no século XVIII. É membro do grupo de pesquisa História do Ceará Colonial: economia, memória e sociedade da UFC, membro do grupo de pesquisa PRAETECE (Prática de Edição de Textos do Estado do Ceará), membro do Grupo de Estudos e Pesquisa em Patrimônio e Memória (UFC), membro do grupo Gênese Documental Arquivista da UFF e membro associado do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS-BRASIL). Atualmente é gerente da Célula de Gestão em Pesquisa e Educação Patrimonial da Coordenadoria de Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza (SECULTFOR).

  • Ligia Rodrigues Holanda, Universidade Estadual do Ceará

    Mestre em História e Letras (Mihl/UECE), atua na área da educação e no licenciamento
    ambiental, em pesquisas ligadas ao campo do patrimônio cultural.

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Publicado

2024-10-05