Parâmetros Teóricos e Político-Institucionais das Independências no Mundo Hispano-Americano
Resumo
Este trabalho pretende fazer uma resenha das principais tendências historiográficas que abordaram a questão das independências nas Américas Hispânica, levando em conta, sobretudo, a perspectiva tomada a cabo pela Nova História Política. Para tanto, destacamos os trabalhos de François-Xavier Guerra e Monica Quijada, para o caso dos processos independentistas no mundo hispano-americano. O eixo central das novas abordagens sobre os movimentos de independência nas Américas procura enfatizar os processos de lutas políticas internas relativas às colônias e suas respectivas metrópoles distanciando da perspectiva adotada pela historiografia mais tradicional que busca respostas para os eventos independentistas da América na conjuntura do capitalismo industrial e nos efeitos das ideias iluministas propagadas pela Revolução Francesa. Não se trata, contudo, de sobrepor a esfera do político sobre as demais, mas a de conciliar abordagens que possam dar uma explicação mais abrangente sobre as motivações e os significados envolvidos naquele processo histórico.
Palavras-chave: Independências; América Hispânica; Processos RevolucionáriosDeclaro que, caso este manuscrito seja aceito, concordo que mantenho os direitos autorais e concedo à Revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons (CC-BY) que permite o compartilhamento com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/"><img alt="Licença Creative Commons" style="border-width:0" src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" /></a><br />Este obra está licenciado com uma Licença <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional</a>.