A Nova História Crítica de Mario Schmidt: um diálogo entre imprensa, academia e público consumidor sobre o livro didático e o ensino

Giseli Origuela Umbelino

Resumo


O objetivo deste artigo é apresentar um estudo sobre as críticas e percepções acerca da coleção de livros didáticos Nova História Crítica do autor Mario Schmidt, cuja primeira edição direcionada ao ensino fundamental foi publicada em 1995. A proposta é confrontar as polêmicas que envolveram este material – especialmente em 2007, ano em que a crítica redigida pelo jornalista Ali Kamel é publicada no Jornal O Globo – deu início às polêmicas sobre o material, tendo grande repercussão na imprensa e nas mídias sociais, produzindo um amplo campo de debates em torno da questão dos livros didáticos e seus conteúdos. Esse debate contou com a mobilização de setores conservadores da sociedade com o intuito de interferir nos programas de ensino na educação básica, especialmente de História, com o pretexto de impedir a doutrinação nas escolas. Para verificar as influências da polêmica protagonizada pela coleção Nova História Crítica nas opiniões de consumidores e leitores deste material, serão utilizadas como fonte as redes sociais Café História e Skoob. A investigação da repercussão dessas críticas sobre referido material didático, ao se valer do espaço virtual como campo de debate, tem como foco o seu público consumidor: professores de educação básica, alunos, leitores em geral.

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